Tecnologia, segurança e comodidade : Novas mudanças têm como objetivo oferecer ainda mais conforto para os clientes.
Sala de Vacinas
O Hospital e Maternidade Santa Luíza possui um moderno serviço de vacinação, inclusive Vacinas Combinadas, com qualidade segurança e comodidade.
A sala de vacinas antes localizada no primeiro andar do hospital, agora ganha espaço no piso térreo para melhor acessibilidade. Para os pequenos, uma sala de espera com recreação infantil, e para as mamães mais tranquilidade.
Com atendimento personalizado e diferenciado, a nova sala dispõe de alta tecnologia em rede de frio, o que permite a conservação das vacinas com total segurança. Os profissionais que atuam na Sala de Vacinas são altamente qualificados, sendo um médico infectologista e um enfermeiro, responsáveis técnicos pelo serviço.
Visando maior conforto de nossos clientes, o horário de atendimento é amplo, sendo de segunda a sexta feira das 09h às 18h e aos sábados das 09h às 12h.
American Bar
Reinaugurado recentemente, as mudanças no American Bar foram planejadas principalmente pensando no bem estar e maior conforto dos clientes. O café que esta sob nova direção, conta com novidades nos serviços e atendimento, e menu especialmente elaborado.
A reforma faz parte das obras de modernização e repaginação do hospital e maternidade para oferecer ainda mais qualidade e conforto aos pacientes, acompanhantes e visitantes.
Mais conforto e privacidade
Pensando no conforto dos clientes, apresentamos um novo ambiente: uma sala de espera com total privacidade e aconchego.
A sala vip foi planeja para quem ainda aguarda atendimento, e para os familiares e visitantes que buscam mais privacidade.
O dia dos pais é um momento muito especial para o homem, um dia inteiro dedicado especial e somente a ele, quando sua família demonstra de diversas formas como é importante a preocupação e proteção dele para com a mulher e os filhos.
Porem algumas famílias não puderam passar o dia dos pais reunidos em casa, como seria o ideal, porque seus filhos ainda estão sob os cuidados dos atenciosos especialistas da UTI Neonal da maternidade. Mas nem por isso deixaram de ser lembrados como os heróis dos bebês e das mamães.
O Hospital Santa Luíza preparou um café especial para esses papais, para que nunca se esqueçam de como sua força e apoio são importantes para suas esposas e seus filhos
“Como nos anos anteriores, a comemoração pela passagem do dia dos pais foi prestigiada por todos os papais e mamães e da Equipe da UTI Neonatal do HMSL, que teve com objetivo reafirma a importância do papel do pai, não só na recuperação do bebê, mas também de apoio para as mães nesse momento tão difícil e importante.” Comenta a psicóloga da UTI Neo Carla L. Janczeski, organizadora e idealizadora do café de dia dos pais.
“E agora mamãe?! Agora são duas!” – Sorrindo, Patrícia S. Gaida fala da segunda filha, Cecilia, que foi planejada assim como irmã mais velha, Luiza, mais veio cedo demais para a surpresa da mamãe e do papai. Mas surpresa boa, claro!
“Não achei que fosse engravidar tão rápido. Ela foi uma surpresa” – conta uma mãe calma e sorridente.
Para Patrícia a segunda gestação não foi só emoção como na primeira, quando tudo é novidade – “A segunda gravidez traz mais responsabilidade” – diz, porque para essa calma mulher que conforta sua filha recém nascida no colo, ser mãe é mais que o amor sem limites, é também responsabilidade.
“Espero poder educar bem essas duas menininhas, porque hoje esse é o grande desafio” – mas também não nega o sentimentalismo nato de mãe coruja – “Ser mãe é algo complicado, só se entende quando se chega lá. É algo diferente de tudo, maior que tudo. É comprometimento!”
O sorriso se faz presente quando a mamãe fala das lembranças de quando Luiza era o bebê e viaja imaginando como serão as lembranças da pequena Cecilia amanhã, já que agora ela é o bebê da casa.
Mas Cecilia já deixou marcas na recordação da mãe – “A melhor emoção foi quando o médico disse que ela era perfeita, porque no ultrasson tudo o que eu via eram chuviscos” – conta entre risos – “Mas o que mais emociona é você saber que tem uma pessoinha dentro de você, sentir isso é maravilhoso”
Mas os olhos de Patrícia não enganam, para essa mãe, até como chuvisco Cecilia já era perfeita!
“Meu nome é Cecilia S. G Balbinot. Nasci dia 02/06/2011, no Hospital e Maternidade Santa Luíza, com 2,875 g e 48 cm. Minha mamãe é Patrícia Sovernigo Gaida e meu papai é Ademir Balbinot. E quem me trouxe ao mundo foi a obstetra Dra Elisiane H. dos Santos.”
Nada pode ser pior para uma mãe do que não poder ajudar seu filho. Para uma mãe que vê seu pequeno bebê dentro de uma incubadora por meses, é o pior do que pior.
Para Karina, mãe pela segunda vez, tem sido assim, uma angustia a espera da melhora da pequena Vitória, a quase seis meses. Mas para ela tudo tem um propósito, e quando tudo acabar e ela enfim puder levar a filha para casa, terá sobrado apenas lembranças de dias não tão bons, e uma lição para o resto da vida.
Durante a gravidez Karina havia passado por algumas complicações, e a preocupação se intensificou quando Vitória nasceu, com apenas seis meses, e desde então ela vem lutando ao lado dos pais e dos especialistas do hospital e maternidade Santa Luíza, pelo direito de viver.
Contando os dias, Karina tem uma rotina dividia entre o marido Eduardo e a filha mais velha Ana Beatriz em casa, e a caçula Vitória na UTI Neonatal da maternidade. Mas nunca desanima, acredita fielmente que a filha vai vencer essa batalha.
“Ela era muito pequenininha, mas já cresceu, e logo poderá ir para casa.”- Conta uma mãe esperançosa.
Mas desses quase seis meses que passou ao lado da filha na UTI, ela conta que aprendeu a viver um dia de cada vez, e ganhou uma nova família de coração, as outras mamães que também passam o dia na UTI Neonatal com o mesmo sonho de Karina, em breve levar seus bebês para casa saudáveis.
“eu só quero poder ir logo para casa com ela no meu colo. Acordar de madrugada porque o bebê esta chorando. A família em casa, nós quatro.” Revela uma mãe sonhadora, mas com a certeza que o futuro da família, logo, logo vai ser muito feliz.
Os planos de Karina remetem a uma doce rotina familiar. E no que depender dos profissionais do Hospital Santa Luíza vai ser tornar realidade em um futuro muito próximo.
“Meu nome é Vitória Rosa da Silva. Nasci dia 04/12/201o, no Hospital e Maternidade Santa Luíza, com 800 g. Minha mamãe é Karina Rosa da Silva e meu papai é Eduardo Oliveira da Silva. E quem me trouxe ao mundo foi a obstetra Dra Karin I. Janczescki.”
Algumas mamães não puderam passar o dia das mães em casa com seus pequenos como gostariam, já que seus bebês ainda estavam na UTI neonatal passando um tempinho sob os cuidados dos especialistas da maternidade.
Mas isso não foi motivo para que esse dia não fosse especial. A psicóloga Carla Lenora, que faz o trabalho de apoio ao grupo de mães da UTI do hospital, organizou para essas mães guerreiras um café de dia das mães especial, aqui no hospital e maternidade Santa Luíza.
“Mães com bebê na UTI são mães especiais e fortes, são mães escolhidas especialmente para essa batalha” (Carla Lenora, psicóloga do HMSL)
Faltando apenas dois dias para o dia das mães, quatro sorridentes mulheres lotam a pequena sala de espera da UTI Neo natal do hospital. Elas riem e conversam entre si, unidas como uma família. São fisicamente diferentes, mas tem muito em comum. A começar pelos filhos e filhas na sala ao lado, bebês que ainda não estão prontos para deixar a maternidade, e precisam de cuidados especiais. Mas se assemelham também na força, que cresce em seus olhos, e na esperança do dia em que enfim poderão levar seus bebês saudáveis para casa.
Mas entre elas, Nelzi se destaca de longe, com um sorriso enorme estampando sua felicidade, e um olhar firme, da certeza de que em breve poderá mimar seu amado Vitor Leonel como sempre sonhou.
Mas quem vê Nelzi assim, feliz e confiante, não imagina nem de longe sua batalha para ser mãe. Sem sucesso, ela vem tentando realizar esse sonho há cinco anos, perdeu três bebês, todos da mesma inexplicável forma no quinto mês de gestação.
Na gestação de Vitor, não foi diferente, entrou em trabalho de parto na vigésima terceira semana, e foi tomada pelo fantasma das lembranças – “Senti uma anguústia muito grande. Eu já sabia o que ia acontecer. Tive medo que desse tudo errado novamente.”
Vitor nasceu com 640 gramas e 30 centímetros, um dos menores prematuros do Brasil, e apesar de ter nascido com vida, os médicos deram a ele 6% de chances de sobreviver. Mas Nelzi amava o filho mais do que acreditava em estatísticas, e suplicou a Deus a seus médicos para que salvassem o bebê.
“Eu disse aos médicos que ele seria um milagre. Um milagre na minha vida e um milagre da medicina.” – as palavras de Nelzi soam fortes e convictas, com alguém que tem certeza absoluta do que diz. E ela provavelmente tem.
Há quatro meses Vitor Leonel luta contra a baixa expectativa de vida que lhe foi dada, tendo como companheiros de batalha os especialistas que desde 15 de janeiro, fazem de tudo para mantê-lo bem e estável, e sempre ao seu lado, a mãe e o pai, que não passam um dia sem ver o filho e ter a certeza de que um dia, muito em breve, terão o seu “felizes para sempre”.
“As pessoas me perguntam como eu tenho forças para vir até aqui todos os dias. Eu podia voltar para casa e chorar, mas quando eu chego em casa me sinto feliz, porque eu sei que tenho um motivo para voltar amanha. Eu tenho o Vitor Leonel me esperando aqui.”
Nelzi, assim como outras mães do Santa Luíza passou os seu dia das mães no hospital, mas isso não impediu que esse fosse para ela um momento muito especial e importante – “Posso dizer que esse é um momento muito feliz na minha vida, porque é o meu sonho, passar um dia das mães como mãe, com o meu filho no meu colo. Esse dia vai ser muito emocionante.”
“Meu nome é Vitor Leonel Bittencourt. Nasci dia 15/01/2011, no Hospital e Maternidade Santa Luíza, com 640 g e 30 cm. Minha mamãe é Nelzi N. I. Bittencourt e meu papai é Osni J. Bittencourt. E quem me trouxe ao mundo foi a obstetra Dra Eloisa R. M. Gularte.”
Dia 12 de maio comemora-se mundialmente o Dia do Enfermeiro, em referência a Florence Nightingale, precursora da enfermagem moderna no mundo e que nasceu em 12 de maio de 1820.
Já no Brasil, além do Dia do Enfermeiro, entre os dias 12 e 20 de maio, comemora-se a Semana da Enfermagem, data instituída em meados dos anos 40, em homenagem a dois grandes personagens da Enfermagem no mundo: Florence Nigthingale e Ana Néri, enfermeira brasileira e a primeira a se alistar voluntariamente em combates militares.
A profissão tem sua origem milenar e data da época em que ser enfermeiro era uma referência a quem cuidava, protegia e nutria pessoas convalescentes, idosos e deficientes.
Durante séculos, a Enfermagem vem formando profissionais em todo o mundo, comprometidos com a saúde e o bem-estar do ser humano.
Só no Brasil, são mais de 100 mil enfermeiros, além de técnicos e auxiliares de enfermagem, que somam cerca de 900 mil profissionais em todo país. Essas variações de cargos fazem com que mais profissionais se juntem ao setor e a novas possibilidades de trabalho nesta área.
A vocês enfermeiros e enfermeiras que se dedicam a cuidar do próximo, FELIZ DIA DA ENFERMAGEM!
A missão de ser mãe quase sempre começa com alguns meses de muito enjôo, seguido por anseios incontroláveis por comidas estranhas, aumento de peso, dores na coluna, o aprimoramento da arte de arrumar travesseiros preenchendo espaços entre o volume da barriga e o resto da cama.
Ser mãe é não esquecer a emoção do primeiro movimento do bebezinho dentro da barriga.
O instante maravilhoso em que ele se materializou ante os seus olhos, a boquinha sugando o leite, com vontade, e o primeiro sorriso de reconhecimento.
Ser mãe é ficar noites sem dormir, é sofrer com as cólicas do bebê e se angustiar com os choros inexplicáveis: será dor de ouvido, fralda molhada, fome, desejo de colo?
É a inquietação com os resfriados, pânico com a ameaça de pneumonia, coração partido com a tristeza causada pela morte do bichinho de estimação do pequerrucho.
Ser mãe é ajudar o filho a largar a chupeta e a mamadeira. É levá-lo para a escola e segurar suas mãos na hora da vacina.
Ser mãe é se deslumbrar em ver o filho se revelando em suas características únicas, é observar suas descobertas.
Sentir sua mãozinha procurando a proteção da sua, o corpinho se aconchegando debaixo dos cobertores.
É assistir aos avanços, sorrir com as vitórias e ampará-lo nas pequenas derrotas. É ouvir as confidências.
Ser mãe é ler sobre uma tragédia no jornal e se perguntar: E se tivesse sido meu filho?
E ante fotos de crianças famintas, se perguntar se pode haver dor maior do que ver um filho morrer de fome.
Ser mãe é descobrir que se pode amar ainda mais um homem ao vê-lo passar talco, cuidadosamente, no bebê ou ao observá-lo sentado no chão, brincando com o filho.
É se apaixonar de novo pelo marido, mas por razões que antes de ser mãe consideraria muito pouco românticas.
É sentir-se invadir de felicidade ante o milagre que é uma criança dando seus primeiros passos, conseguindo expressar toscamente em palavras seus sentimentos, juntando as letras numa frase.
Ser mãe é se inundar de alegria ao ouvir uma gargalhadinha gostosa, ao ver o filho acertando a bola no gol ou mergulhando corajosamente do trampolim mais alto.
Ser mãe é descobrir que, por mais sofisticada que se possa ser, por mais elegante, um grito aflito de mamãe a faz derrubar o suflê ou o cristal mais fino, sem a menor hesitação.
Ser mãe é descobrir que sua vida tem menos valor depois que chega o bebê.
Que se deseja sacrificar a vida para poupar a do filho, mas ao mesmo tempo deseja viver mais – não para realizar os seus sonhos, mas para ver a criança realizar os dela.
É ouvir o filho falar da primeira namorada, da primeira decepção e quase morrer de apreensão na primeira vez que ele se aventurar ao volante de um carro.
É ficar acordada de noite, imaginando mil coisas, até ouvir o barulho da chave na fechadura da porta e os passos do jovem, ecoando portas adentro do lar.
Finalmente, é se inundar de gratidão por tudo que se recebe e se aprende com o filho, pelo crescimento que ele proporciona, pela alegria profunda que ele dá.
Ser mãe é aguardar o momento de ser avó, para renovar as etapas da emoção, numa dimensão diferente de doçura e entendimento.
É estreitar nos braços o filho do filho e descobrir no rostinho minúsculo, os traços maravilhosos do bem mais precioso que lhe foi confiado ao coração: os traços do seu filho amado. (Dale Hanson)
* * *
A maternidade é uma dádiva. Ajudar um pequenino a desenvolver-se e a descobrir-se, tornando-se um adulto digno, é responsabilidade que Deus confere ao coração da mulher que se transforma em mãe.
E toda mulher que se permite ser mãe, da sua ou da carne alheia, descobre que o filho que depende do seu amor e da segurança que ela transmite, é o melhor presente que Deus lhe deu.
Sorridente, Cristina não consegue esconder a felicidade. E nem precisa.
O Quarto esta tomado pela aura de alegria da mamãe, que agora mantêm toda a sua atenção voltada para a pequena Ana Laura, que dorme tranquilamente no berço ao lado da cama.
Quando ela e o marido Felipe decidiram ter outro bebê, estavam empolgados com a ideia de dar um irmãozinho para a primogênita Ana Gabriela.
Mas quando Ana Laura já estava a caminho, descobriram uma possível gravidez ectópica, que acontece quando a gestação ocorre fora do útero, geralmente nas trompas.
Apesar do susto tudo correu bem, mas Cristina e Felipe não puderam curtir a espera do bebê como gostariam. “Passou muito rápido, e por conta dos problemas, não curtimos a gravidez” conta.
Quando Ana Laura nasceu, tudo o que a mãe sentiu foi um alivio em ver a filha bem e saudável. – “Ser mãe não tem descrição. Ana Gabriela, não estava nos meus planos, mas me apaixonei por ela assim que a vi. O amor foi tão grande que não víamos a hora de ter outro bebê” emociona-se.
“Durante a gestação meu marido me perguntou se amaríamos ela tanto quanto amamos nossa primeira filha… é diferente. A sensação era de que não seria igual. E não é. É um amor tão forte quanto, mas de forma diferente. Esse amor de mãe é surreal, inexplicável”
“Ana Gabriela é agitada, bagunceira. Ana Laura é calma, tranquila. Ela veio pra equilibrar a irmã.” comenta sorrindo e imaginando o futuro dos seus dois amores.
“Meu nome é Ana Laura Polimeno. Nasci dia 13/04/2011, no Hospital e Maternidade Santa Luíza, com 3,265 Kg e 48 cm. Minha mamãe é Cristina F. Polimeno e meu papai é Felipe G. Polimeno. E quem me trouxe ao mundo foi o obstetra Dr Luiz C. Lenz.”
Dia 12 de abril é o dia do obstetra, um dia dedicado para homenagear o especialista que cuida do desenvolvimento do feto, além de prestar assistência à mulher nos períodos da gravidez e pós-parto (puerpério).
A obstetrícia é o ramo da medicina que estuda a reprodução na mulher, que acompanha a gestação, o parto e o pós-parto nos seus aspectos fisiológicos e patológicos.
O especialista em obstetrícia acompanha a gravidez desde o primeiro dia da gestação através do Pré-Natal, que envolve uma série de exames e orientação nutricional, para que o feto se desenvolva com saúde. O objetivo do tratamento é que a gravidez não apresente risco para a mãe nem para o bebê. Além disso, seguir a orientação do obstetra e ter um bom acompanhamento Pré-Natal também reduz as chances de aborto.