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A pequena brasileira

Não há como não perceber. A atmosfera do quarto é sublime. A felicidade e o amor estão por todos os cantos. Stephanie foi uma criança realmente desejada, e vai ser, com toda certeza, muito amada.

“Chega um momento na vida em que tudo vai perdendo a graça, que você quer algo a mais. Stephanie era esse algo a mais, ela veio nos completar” – diz Wendell Reisel, sem conseguir conter o sorriso de pai orgulhoso.

Juntos a mais de 13 anos, ele e Milena planejaram a primeira filha há pouco tempo.  Ficaram na torcida para que a pequena viesse ao mundo no mesmo mês de aniversário do pai. Ela nasceu um mês antes do desejado, mas para quem estava ansioso para conhecer a filha, foi uma ótima surpresa.

O casal mora na Índia, mas escolheu ter a filha no Brasil em razão da excelência de atendimento e a segurança de estar em “casa”.

“A gente nota a diferença. Aqui tudo é diferente, é mais completo. O tratamento, o acompanhamento. E ainda podemos ficar perto da família” – justifica a mãe, Milena Reisel. – “Ela com certeza é uma brasileirinha” brinca.

Enquanto o casal relembra os meses de espera pelo bebê, se perdem em memórias únicas.

Por questões culturais, na Índia, os especialistas não costumam contar o sexo do bebê antes da vigésima segunda semana de gestação. Há uma preferência que o primeiro filho seja homem.

“O especialista nos contou que era uma menina, depois de muita insistência, mas pediu para que não contássemos para a médica. Quando ela nos contou fingimos surpresa” riem juntos ao lembrar o episódio.

E assim, dividindo lembranças, eles tem um desejo. De que o futuro da filha seja perfeito – “E no que depender de nós, será!” – afirma um pai convicto.

Milene completa: “Muita coisa já mudou pra nós. Nossos valores agora são outros. Primeiro vem ela… ela mudou toda nossa visão do mundo”

“Meu nome é Stephanie Reiser. Nasci dia 05/04/2011, no Hospital e Maternidade Santa Luíza, com 3,450 Kg e 48 cm. Minha mamãe é Milene N. Reiser e meu papai é Wendell Reiser. E quem me trouxe ao mundo foi a obstetra Dra Aurea F. F. de Souza.”

Matheus, os anjos te protegem

No quarto há um anjo de pano que decora a porta. Entre as mãos do enfeite, um rosário. Nas asas, a promessa de proteção. O mimo não é apenas para encantar quem passa, mas também um pedido aos céus para proteger o pequeno Matheus.

Claudiceia entrou em trabalho de parto com apenas 7 semanas de gestação. Como Matheus só tinha 32 semanas, precisou ficar sob os cuidados da equipe da UTI Neo Natal do Hospital até completar 36 semanas.

Mas apesar do susto, ela conta que tudo correu bem durante o parto e também nos dias em que o bebê se recuperava na UTI.

“Essa semana parece que passou tão rápido” – conta a mãe, que não desgruda do bebê. Esta é a primeira semana que ela pode finalmente curtir o filho, e agora cada segundo é precioso.

“De todas as minhas experiências, essa foi a mais intensa, emocionante.” – diz a mãe de primeira viagem. Ela agora se adapta ao bebê e conta feliz suas novas descobertas e vitórias – “Eu não sabia nem trocar uma fralda, mas agora até banho já dei nele.”

“Ele nasceu pequeninho, mas vai ficar grande, né Matheus?!” – diz uma mãe sorridente, feliz em poder enfim levar seu menininho pra casa – “A gente vai ser muito feliz!” completa, com beijo cheio de esperança no rosto do filho.

“Meu nome é Matheus Pivatto. Nasci dia 16/03/2011, no Hospital e Maternidade Santa Luíza, com 1,870 Kg e 42 cm. Minha mamãe é Claudiceia P. Pivatto e meu papai é Marlon Pivatto. E quem me trouxe ao mundo foi o obstetra Dr Jose M. Garcia Grimaldi.”

PORQUE FAZER UMA REEDUCAÇÃO ALIMENTAR?


Sabemos que hoje existem alimentos com nutrientes específicos que ajudam a prevenir ou tratar diversas doenças e melhorar em muito a sua SAÚDE e ESTÉTICA.

Os desequilíbrios funcionais podem desencadear distúrbios que nos afetam a SAÚDE FÍSICA, MENTAL E EMOCIONAL.

Os distúrbios funcionais se manifestam por meio de problemas que normalmente não são ligadas à alimentação, quando procurar fazer uma reeducação nutricional funcional, em casos de:

* enxaquecas, insônia, depressão, hiperatividade, déficit de concentração e aprendizagem;

* alterações de humor, ansiedade, compulsões em geral, irritabilidade;

*alterações gastrointestinais, rinites, sinusites, dores musculares e articulares, fadiga crônica, dermatites e doenças auto-imunes;

* intolerâncias alimentares, como à lactose, glúten ou alergias alimentares;

*emagrecimento, redução de medidas e celulite, melhora da pele, fortalecimento de cabelos e unhas.

ALIMENTOS COM PROPRIEDADES FUNCIONAIS

• Açaí: inibe a formação de radicais livres e reduz metais tóxicos;
• Alho: previne a pressão alta e doenças cardíacas, tem propriedades anticancerígenas e antimicrobianas;
• Aveia integral: tratamento de celulite, redução de colesterol e glicemia;
• Canela: efeito de baixar a glicose sanguínea;
• Chá verde: acelera o metabolismo, alivia a retenção de líquidos e desintoxica;
• Chocolate amargo (cacau amargo): ação antioxidante e reduz agregação plaquetária;
• Ervas e temperos: forte ação antioxidante e auxilia a digestão;
• Gengibre: ação antiinflamatória;
• Grãos integrais: fontes de fibras e minerais antioxidantes;
• Linhaça: fonte de ômega 3, evita a prisão de ventre e atua nos sintomas da menopausa , TPM
• Pimenta: aumenta a termogênese e pode aliviar dores;
• Oleaginosas, como castanha, nozes, avelã e pistache: fonte de minerais e antioxidante;
• Soja: reduz o colesterol e ameniza os sintomas da menopausa e da osteoporose;
• Tomate: evita o câncer de próstata e é antioxidante;
• Vegetais crucíferos, como brócolis e couve-flor: anticancerígenos;
• Vinho tinto (resveratrol) e suco de uva: efeito cardioprotetor e antioxidante;

É importante lembrar que a quantidade e indicação de cada nutriente deve ser avaliada individualmente, de acordo com os seus objetivos e necessidades. Procure um nutricionista para evitar excessos e deficiências.

A REEDUCAÇÃO NUTRICIONAL FUNCIONAL possibilita o tratamento efetivo das causas desses distúrbios, restabelecendo o equilíbrio orgânico e prevenindo novos problemas.

A ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL pode ser muito saborosa: SINTA NA PELE OS BENEFÍCIOS!

Patrícia Formento
Nutricionista I CRN10 1906

Nasceu a pequerruxa

Na luz fraca do quarto, que entra sorrateiramente pelos lados da persiana fechada, a nova mamãe é a única acordada. Vigia o sono da sua “pequerrucha” – apelido escolhido por ela para a pequena Maria Eduarda que dorme tranqüila no berço ao lado da cama.

O sofá no canto do quarto serve de abrigo para um pai cansado. Ele enfim pode descansar, depois de nove ansiosos meses. Fruto da curiosidade para conhecer a primeira filha.

Ela chegou de surpresa, um susto para a mamãe Francine e para o papai Jonathas que só descobriram a gravidez no meio do segundo mês, mas agora a história é outra.

“Ela já é bem amada, mas vai ser muito mais” – garante Francine, que ainda absorve a nova realidade  – “São só algumas horas como mãe, mas essa é uma experiência única.”

“Só quem é mãe pode entender esse sentimento. Sentir o bebê mexendo quando você fala com ele. Saber que ele está te ouvindo, te sentindo. É tudo!”

Entre risos Francine conta que o casal sempre quis uma menina, e que mesmo com a confirmação do médico sobre o sexo do bebê, eles só acreditaram quando viram Maria Eduarda pela primeira vez.

Ao lembrar da gestação, se perde nas memórias – “São tantas… quando eu falava, ela se mexia, reconhecia minha voz” conta admirada.

Para o futuro Francine já fez seus pedidos. Só quer muita saúde e amor pra filha recém-nascida  – “Eu vou sentir falta da barriga, mas agora veio uma companhia para vida toda” – diz sorrindo, pronta para admirar mais um pouco a sua “pequerrucha”.

“Meu nome é Maria Eduarda Wisentainer Azevedo. Nasci dia 24/03/2011, no Hospital e Maternidade Santa Luíza, com 3,230 Kg e 51 cm. Minha mamãe é Francine Wisentainer e meu papai é Jonathas Azevedo. E quem me trouxe ao mundo foi o obstetra Dr Ivan Savoia Assef.”

Um mimo para os Wakn

Pequenino e de olhinhos puxados. O recém chegado Pedro prende toda a atenção do papai Ricardo e da mamãe Patrícia, como um mimo, um presente há muito esperado. Casados há seis anos, estavam ansiosos por este momento.

Ricardo permanece andando de um lado para o outro do quarto com o bebê nas mãos. Conversa e brinca com o filho, enquanto Patrícia observa seus amados e recorda as emoções da gravidez.

“Eu tinha certeza que estava grávida, só fiz o teste para confirmar – conta Patrícia que do trabalho mesmo ligou para o marido para contar a novidade – isso ficou gravado na minha memória.”

Ao falar do dia em que enfim puderam ver o pequeno Pedro, pai e mãe se emocionam e deixam transparecer rostos iluminados pelas lembranças.

“Ser pai é uma satisfação enorme, poder montar uma família é maravilhoso” – completa Ricardo ainda ao redor do bebê.

Pedro resmunga na cama. Apesar dos esforços do pai para que o bebê acorde para mamar, tudo o que o pequeno quer é dormir no aconchego do colinho da mãe.

“Ele parece com o pai, mas tem os olhos da mãe” – finaliza Patrícia, admirando mais uma vez, o marido que não se cansa de mimar o filho.

“Meu nome é Pedro Yahiko Wakn. Nasci dia 17/03/2011, no Hospital e Maternidade Santa Luíza, com 2,775 Kg e 47,5 cm. Minha mamãe é Patrícia da Silva F. Wakn e meu papai é Ricardo Wakn. E quem me trouxe ao mundo foi a obstetra Dra  Adriane B. Gomes.”

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A surpresa de um anjo

É a primeira filha. E não foi planejada.
Mas cada instante da gestação foi vivida intensamente. O casal conta que quando o bebê mexeu pela primeira vez, aos cinco meses, se deu conta de que uma vida estava a caminho. Acordavam no meio da noite só para sentir a criança ainda no ventre da mãe.

“Embora estejamos juntos há 13 anos, no começo foi um susto, porque éramos muito independentes. Viajávamos muito, e de repente teríamos de nos adaptar ao bebê. Mas é uma coisa mágica, não existe como esse tipo de mudança ser negativa – ela dá uma pausa, se emociona, e começa a rir da própria emoção – Mas sem viver isso, não tem como explicar” conta Cândida Ferreira.

“Sempre vi meus amigos vivendo isso, essa emoção. Você imagina como é, mas só quando acontece, quando vive isso, pode sentir… É inacreditável” completa o papai Márcio Santos.

E a declaração parte de alguém acostumado a grandes emoções. Ele jogou futebol em várias equipes do Brasil e do exterior. Fez até gol em Copa do Mundo de futebol. O zagueiro da seleção brasileira, imortalizado pela conquista do Tetra nos Estados Unidos em 1994, se desmancha em emoção ao falar de sua bonequinha que acaba de nascer.

“É um presente tão grande que não da pra acreditar. Só Deus mesmo para fazer algo tão maravilhoso” afirma Márcio Santos.

As inevitáveis comparações com alguém da família ocorrem instantaneamente. E Cândida não tem dúvidas – “Ela é muito parecida com ele” – falando das semelhanças que encontra entre Chiara e Márcio.

E o casal dá mostras de como vai ser daqui pra frente – “Todos os seus valores e princípios mudam. Tudo passa a ser por ela, pra ela. Não se pensa em mais nada” afirmam os pais quase ao mesmo tempo, um confirmando as declarações do outro.

“Por ela você tem um motivo. Tudo compensa” diz o pai.

“Nós tínhamos certeza de que era um menino. A família toda. Mas todo mundo errou, era a Chiara” diz Cândida, rindo e se emocionando novamente – “Mas filho não tem sexo, é igual a anjo” completa Márcio.

Chiara, significa Clara em italiano. A escolha veio do desejo de um nome que transpassasse serenidade e ingenuidade, assim como um anjo.

“Meu nome é Chiara Travensoli Santos. Nasci dia 01/03/2011, no Hospital e Maternidade Santa Luíza, com 2,850 Kg e 48 cm. Minha mamãe é Cândida Travensoli Ferreira e meu papai é Márcio Roberto Santos. E quem me trouxe ao mundo foi a obstetra Dra Aure F. de Souza.”

Três Motivos de Felicidade

A placa que normalmente decora a porta dos quartos, hoje, chama ainda mais a atenção de quem passa. Podia ser um nome relativamente extenso, “Bernardo Arthur João Pedro”. Mas não é nada disso.

Entalhados na cor azul, na madeira branca e simples da placa, um nome vem abaixo do outro, Bernardo, Arthur e João Pedro. Isso mesmo, trigêmeos. Três motivos para o sorriso largo estampado no rosto da mamãe Aline.

Aline e o marido André, planejaram e esperaram muito pelo primeiro filho, mas a surpresa maior veio no dia do ultra-som, quando descobriram que seriam três bebês.

“Foi incrível. E eu posso falar por mim e pelo meu marido, foi a melhor coisa das nossas vidas. Em momento algum nos desesperamos ou nos preocupamos, foi sempre uma surpresa maravilhosa.”

Os trigêmeos não são idênticos, tem um pouquinho de cada, conta a mãe. Ela garante que já sabe até quem vai ser o bagunceiro da turma.

“João Pedro é calminho, vai sair a mim. Bernardo e Arthur são mais agitados, como o pai. Arthur será o terrível” diz a mãe já imaginando as peripécias da turma.

Ser mãe já é por si só, uma experiência única, mas ter três filhos de uma vez só, para Aline, “vai ser um desafio, que com certeza trará muitas alegrias.”

André também esta convicto das alegrias e do desafio – “Nós vamos rir muito com eles, mas quando não soubermos o que fazer, vamos chorar juntos também” comenta com a esposa.

Mas mesmo cientes de que daqui para frente o trabalho será triplicado, pai e mãe são só alegria.

Nos olhos do casal o brilho nítido da satisfação. Afinal, agora eles têm três maravilhosos motivos para a felicidade.

“Nós somos os trigêmeos, Bernardo (2,110 Kg e 41 cm), Arthur (1,195 Kg e 41,5 cm) e João Pedro (2,250 Kg e 43,5) da Silva Brião. Nascemos dia 26/02/2011, no Hospital e Maternidade Santa Luíza. Nossa mamãe é Aline Preste da Silva Brião e nosso papai é Andre Siqueira Brião. E quem nos trouxe ao mundo foi a obstetra Dra Aurea F. F. de Souza.”

Arthur, uma promessa de bem

O pequenino no colo da mamãe Maria Luiza é Arthur, o segundo filho dela e de Valdecir, e o primeiro irmãozinho de Camile Luiza, de 5 anos.

Arthur nasceu de 36 semanas, um pouquinho antes do previsto, mas apesar do susto tudo correu bem.

A família inteira estava ansiosa para a chegada do bebê. Mas principalmente Camile, que foi quem escolheu o nome do irmãozinho.

“Ela ficou super contente com a notícia de ter um irmão, quer ficar aqui, perto dele, o tempo todo” conta Maria Luiza.

Já a mamãe fica com o filho recém nascido aconchegado no colo. Vai contando as lembranças da segunda gestação, momentos que segundo ela são inesquecíveis. O primeiro ultrasom, a primeira vez em que o bebê se mexeu, a primeira vez em que pode ouvir o coraçãozinho dele e a certeza de que teria um menino antes mesmo da confirmação dos exames.

“É maravilhoso me sentir útil assim, protegendo um “ser” que agora depende exclusivamente de mim.” encera com um beijo no filho caçula.

Mas ela afirma que apesar de se sentir muito mais segura na segunda gravidez e que a experiência foi melhor, o amor pelos filhos é o mesmo. Camile e Arthur são seus maiores tesouros.

“O Arthur veio para unir mais a nossa família. Veio para melhorar esse mundo, junto com a Irmã dele.” conclui Maria Luiza.

“Meu nome é Arthur Bertholdo  Evangelista Marcelino. Nasci dia 23/02/2011, no Hospital e Maternidade Santa Luíza, com 2,805 Kg e 46 cm. Minha mamãe é Maria Luiza Evangelista Marcelino e meu papai é Valdecirl F. Marcelino. E quem me trouxe ao mundo foi o obstetra Dr Delmo Dumke.”

Amanda, a Digna de Ser Amada

A menininha de cabelos escuros e “lábios desenhados”, como define a mãe, chama-se Amanda. Nome de origem européia, que significa “a digna de amor”. Não poderia ser mais perfeito para a pequena recém chegada. Os mimos partem da mãe, Luciana, que passa a maior parte do tempo com a filha nos braços. Por perto esta o pai, Alberto, e a tia Carla, que observam a cena que reúne mãe e filha.

“Depois de oito anos de casados a gente resolveu encomendar um bebezinho” brinca Luciana.
Ela conta sobre a experiência da primeira gravidez. Das boas lembranças, como a primeira vez que sentiu a filha mexer, logo no quarto mês, e das nem tão boas assim, como o dia em que entrou em trabalho de parto prematuro.

“Eu estava tão nervosa que o alivio de vê-la bem, foi maior do que a felicidade de ser mãe. Mas depois que ela estava comigo, foi só alegria” conta.

“O amor de mãe é o melhor sentimento do mundo…” conclui. E a conversa precisa ser interrompida quando o quarto é invadido pelas amigas da mamãe. Todas eufóricas, por enfim conhecerem o bebê.

Amanda, a digna de ser amada. O nome vem do latim, o amor vem de todos os lados.

“Meu nome é Amanda Ramos Ferreira. Nasci dia 16/02/2011, no Hospital e Maternidade Santa Luíza, com 3,010 g e 48,5 cm. Minha mamãe é Luciana R. Meurer e meu papai é Alberto J. Ramos Ferreira. E quem me trouxe ao mundo foi a obstetra Dra Luciana Gomes.”